Paulo Sergio Coêlho DinizEscritor

12/06/2026 · Crônicas

Por que ainda escrevo à mão

Todo livro meu começa em um caderno pautado. Não por nostalgia, mas por ritmo: a mão não acompanha a pressa da cabeça, e isso é bom.

Quando o texto passa para a tela, ele já sobreviveu a um primeiro filtro — o do cansaço do punho. O que não vale a pena não chega ao teclado.

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